O que esperar deste 2017?

O ano ainda mal começou.

Dia 20 de Janeiro foi um dia negro não so para a “comunidade” glbt norte-americana, mas também para todas as outras no mundo, com a tomada de posse de Donald Trump como Presidente dos EUA.

Para todo o mundo, na medida em que este ano vão haver alguns actos eleitorais na Europa, começando por França com a ameaça de Le Pen.

Homossexuais, bissexuais e transsexuais norte-americanos tremem a cada dia, com receio de que as próximas medidas que Trump reverta, digam respeito aos direitos LGBT, para os quais Obama e a sua esposa Michelle lutaram e tiveram um papel preponderante.

No meio do meu realismo um tanto desconcertante para alguns, mas sou mesmo assim, há esperança. Se é verdade que pessoas como Trump aparecem no poder, também é verdade que a cada barbaridade dita e cometida por si, vemos muitas pessoas a saírem à rua em todo o mundo, muitos dos quais glbt’s e simultaneamente muitas figuras públicas norte-americanas a assumirem a sua homossexualidade ou bissexualidade.

Este último aspecto, remete-nos para outro ponto: quando é que algum futebolista mais conhecido terá a coragem de se assumir? O futebol move montanhas e se tal já tivesse acontecido, estou em crer que mais um passo de gigante teria sido dado e seria uma lufada de ar fresco para todos eles e para nós também.

Na Major League Soccer, joga o lateral-esquerdo Robbie Rogers dos Galaxy, publicamente parabenizado por Obama, mas é o único fora do armário, casado com o seu namorado de longa data e juntos têm ja um filhote.

Nas divisões secundárias suecas, joga o também homossexual assumido Anton Hysen, filho de uma ex-glória do Liverpool. E é só.

Não é um problema do desporto, porque nas outras modalidades há já bastantes “saídas do armário”.

Estamos em Fevereiro. Veremos o que nos continuará a trazer este 2017. Mas sabemos que estamos longe de estar sozinhos e não obstante ainda muitas mentalidades arcaicas para as quais eu não encontro explicação, algo me diz que este ano poderá também ser positivo para as pessoas lgbt. O que se quer é que seja ainda melhor que 2016. Veremos. Estou confiante para as lutas que “nos esperam” este ano e, deste modo, para mais vitórias.

🙂

_Ludwig_

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